terça-feira, 21 de novembro de 2017

CANCELADA VISITA 20 minutos com arte à hora do almoço | 22 NOV 13H30-14H | A Praia, de João Vaz

AVISO

Por motivos inesperados, a visita de amanhã foi CANCELADA, ficando adiada para data a anunciar.

VISITA 20 minutos com arte à hora do almoço | 22 NOV 13H30-14H | A Praia, de João Vaz

Agradecemos a melhor compreensão.


terça-feira, 14 de novembro de 2017

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

9 de NOVEMBRO (quinta feira) 18:30 | CICLO D' OUTONO



Ângela Ferraz é licenciada em Conservação e Restauro  pelo Instituto Politécnico de Tomar. Entre 2001 e 2011 exerceu funções nos Serviços de Museologia da Câmara Municipal de Tomar. Em 2009 concluiu o mestrado em Museologia e Património na Universidade NOVA de Lisboa. Desde 2011 desenvolve investigação de doutoramento, no Departamento de Conservação e Restauro da Universidade NOVA de Lisboa, dedicada aos materiais e técnicas da pintura a óleo em Portugal (1836 e 1914). 


No melhor pano cai a tinta: suportes da pintura a óleo em Portugal no final do século XIX e início do século XX


O pintor Silva Porto (1850-1893) num caderno de apontamentos, atualmente pertencente ao acervo da CMAG, escreveu algumas indicações sobre o modo de preparar as telas para pintar a óleo. Partindo deste texto, nesta comunicação pretende-se explorar o tema dos suportes da pintura (tela, madeira e cartão). Apresentar-se-ão as características destes materiais, a sua preparação, a sua disponibilidade no comércio e o seu uso por pintores portugueses no final do século XIX e início do século XX. 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Conferência dia 26 OUTUBRO 2017 | 18:30


Por motivos imprevistos a sessão de 19 OUTUBRO, foi adiada para 26 OUTUBRO, à mesma hora.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

CICLO D' OUTONO 2017


12 OUT| Ana Marques Pereira

SINOPSE
A importância dos saleiros durante séculos adveio mais da sua simbologia que da utilidade dos mesmos. Usados durante a Idade Média como marcadores do lugar do senhor mais importante, o anfitrião, tomaram formas e dimensões volumosas que traduziam a riqueza do seu possuidor. Ao longo dos séculos foram-se adaptando às modas, dispersando-se sobre a mesa e perdendo importância, até chegarmos aos dias de hoje em que a sua presença sobre a mesa se encontra praticamente proscrita.


19 OUT | Ramiro Gonçalves
 
SINOPSE
A obra, tal como a vida, do pintor sevilhano Manuel de la Cuadra y Estévez (1835-1903) permaneceu esquecida na penumbra da história de arte portuguesa e espanhola. A estada do artista em Portugal ficou marcada pelo desenvolvimento de uma nova “arte”, a fotografia de retrato tendo sido ávido praticante, mas não só, Manuel de la Cuadra foi também professor no ensino industrial e um exímio pintor retratista desenvolvendo a sua atividade em Lisboa, Ponta Delgada e Funchal.